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Seguindo o avanço da tecnologia, os ataques cibernéticos também vem evoluindo cada vez mais. Técnicas de golpes online como phishing e deepfakes, que são os mais comuns, se aprimoraram com o desenvolvimento da IA.
Sendo assim, nesse post nós falaremos mais sobre como a IA influencia esses ataques cibernéticos e como se proteger deles.
O que é phishing?
Phishing é um tipo de ataque cibernético onde um hacker finge ser uma figura conhecida, desde uma empresa ou pessoa até uma figura de autoridade, com o intuito de fazer sua vítima confiar nele.
O hacker envia uma mensagem para a vítima, o assunto da mesma variando, mas incentivando a vítima a abrir um anexo, clicar em um link, pagar uma fatura ou coisas semelhantes. A vitima, quando acaba acreditando na mensagem, segue as instruções da mensagem e acaba caindo no golpe.
Assim, esses ataques podem ter diversas consequências, com o hacker podendo obter dados confidenciais, baixar um malware no dispositivo infectado ou deixar o dispositivo infectado vulnerável a outros tipos de ataques.
Ou seja, os ataques tipo phishing tem como objetivo obter ou comprometer informações confidenciais. Fazendo isso enganando as pessoas por meio de mensagens, e-mails ou sms, e fingindo ser alguém que não são.
O que é deepfake?
O deepfake é uma técnica de manipulação de informações, que usa IA para criar conteúdos falsos, como fotos, vídeos e áudios.
O responsável por esse tipo de golpe usa a IA para substituir a voz ou o rosto de alguém por outra pessoa. Assim criando uma mídia falsa, mas bastante crível. A IA consegue fazer isso por meio das redes neurais, essas redes analisam as imagens e gravações do alvo para aprender seus movimentos, padrões de fala e traços.
Em seguida, essas informações aprendidas são usadas para criar uma versão artificial do conteúdo, e essa versão artificial é sobreposta no conteúdo original. Sendo assim, o resultado final da mídia é tão convincente que engana boa parte das pessoas e, apesar de inicialmente ter sido usado para entretenimento, é usado para fraudes e espalhar fake news.
Ou seja, os deepfakes são mídias manipuladas criadas por IA para gerar conteúdos falsos. Assim, eles substituem o rosto ou a voz de alguém por outra pessoa. No entanto, por gerar essas mídias realistas, eles são muito usados para espalhar desinformação ou ajudar em fraudes.
Como a IA ajuda esses tipos de ataques cibernéticos?
O avanço da IA, já amplamente utilizado nesses ataques, tornou os ataques cibernéticos cada vez mais difíceis de detectar e mais convincentes para as pessoas. Principalmente nos casos de phishing e deepfakes.
No caso do phishing, devido a IA conseguir analisar um grande número de dados, ela pode personalizar as mensagens do phishing, tornando-as diferentes para cada alvo. Assim, tornando as mensagens mais convincentes e, consequentemente, aumentando a taxa de sucesso do hacker enganar a vítima.
Já no caso dos deepfakes, a IA permite que os golpistas criem conteúdos muito realistas, como vídeos e áudios que imitam pessoas reais por exemplo. Assim, por conta dessa capacidade da IA, eles são muito usados para fraudes, manipulação de informações ou até fake news. Sendo assim, as pessoas, geralmente, acreditam nessas mídias e a qualidade dessas mídias torna a detecção de golpe quase impossível de acontecer.
Os golpistas podem usar bots impulsionados por IA para mandar várias mensagens de phishing ou criar vários deepfakes em um tempo relativamente curto. Assim ampliando ainda mais o alcance desses ataques.
Ademais, a IA também fornece ferramentas bastante avançadas para simular vozes, padrões de escrita e até expressões faciais. Assim, tornando mais difícil de identificar os golpistas e, ao mesmo tempo, os protegendo.
Como evitar esses ataques cibernéticos?
Não existe um modo certo de evitar esses tipos de ataques com 100% de eficácia, mas existem alguns sinais que você pode ficar atento.
Quando você achar que pode estar caindo em um phishing, procure pelos seguintes sinais:
- Induz emoções fortes, pressão e senso de urgência.
- Solicitação de dinheiro e/ou informações confidenciais.
- Erros de ortografia e gramática.
- Mensagens genéricas.
- URLs e e-mails falsos.
- Arquivos e anexos não solicitados ou não esperados
- Falsas informações no rodapé da mensagem
- Ausência de um certificado SSL
Já quando você achar que pode estar caindo em um deepfake, procure pelos seguintes sinais:
- Falas que não estão em sincronia com os lábios
- Movimentos e expressões faciais robóticas
- Variação da iluminação em certos frames
- Alterações e deformações faciais.
- Rótulos de redes sociais.
- Marca d’água do software usado
- Tom de voz inconsistente.
- Ruídos e barulhos externos no áudio.
- Movimentos bruscos
- Mudanças no tom de pele
Conclusão
Em suma, com a tecnologia avançando cada vez mais é cada vez mais necessário estar atento aos ataques cibernéticos. Já que eles evoluem junto com a tecnologia, o phishing e os deepfakes são os exemplos que falamos sobre.
Assim, a conscientização e a adoção de práticas para evitar esses golpes são passos fundamentais para se proteger. Ou seja, identificar sinais de alerta e manter uma postura cautelosa diante de qualquer mensagem e mídia suspeita são passos fundamentais na prevenção desses ataques.
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