Não vai ter mais RG no Brasil em 2032?!

Embora ainda não tenha ganhado muita notoriedade essa notícia, vem se espalhando a notícia de que, em 2032, o RG será substituído pela Carteira de Identidade Nacional(CIN). Documento esse que será usado em blockchain. Por conta dessa novidade, nesse post nós vamos te explicar um pouco mais sobre essa mudança.

O que é blockchain?

Em suma, uma blockchain, ou “cadeia de blocos” na sua tradução livre, é um sistema que armazena informações de transações em uma rede descentralizada. Dessa forma, cada transação é registrada em um bloco, que se conecta ao anterior, formando uma corrente. Assim, garantindo que os dados salvos não possam alterados.
Além disso, ela pode gerenciar cadeias de suprimentos que executam ações automaticamente. Desse modo, seu uso reduz custos e riscos, principalmente em negócios.

Embora sua tecnologia seja amplamente aceita, também há debates sobre  a sua privacidade, seu consumo de energia e sua regulamentação. Até há pesquisas que sugerem que o seu impacto pode ser revolucionário, mas dependeria da sua implementação.

Não terá mais RG em 2032?!

Geral

Em suma, o governo brasileiro está planejando que, a partir de 2032, haja uma Carteira de Identidade Nacional (CIN), que utiliza tecnologia blockchain. E essa carteira vai ser o único documento de identificação válido, já que vai substituir nosso RG tradicional. Além disso, essa nova identidade já vai integrar blockchain, QR Code e a plataforma Gov.br. Assim, garantindo uma segurança e rastreabilidade melhor.

Por que essa mudança vai acontecer?

Existem diversos motivos para a substituição do RG pela CIN em blockchain. Primeiramente, nosso sistema atual de identificação é fragmentado e vulnerável. Já que cada estado emite seus RGs próprios, o que pode acarretar em cópias, inconsistências e até fraudes. Além disso, o governo estimou que milhões de brasileiros tem mais de um RG. Assim, comprometendo a confiabilidade desse sistema.
No entanto, a CIN resolveria isso ao centralizar o CPF como número único. Assim, eliminando a possibilidade uma pessoa ter múltiplos registros.
Segundo o presidente do Serpro, essa identidade vai trazer uma agilidade e segurança maior para serviços, como o SUS, INSS, Bolsa Família e votação. Dessa forma, integrando todos esses serviços em uma única plataforma digital.
Além disso, a blockchain foi escolhida pela sua capacidade de prevenir fraudes. Isto é porque os dados registrados são imutáveis ​​e rastreáveis, sendo mais seguro.

Ademais a isso, a junção dos documentos também reduz custos administrativos e não tem a necessidade de reemissões frequentes.

Como essa mudança vai acontecer?

A transição do RG para a CIN está sendo implementada de forma gradual, sendo supervisionada pela Serpro e pela Receita Federal, usando como a plataforma base blockchain b-Cadastros. Ela teve início em 2023, como um projeto-piloto em alguns estados, como Rio de Janeiro, Goiás e Paraná. Já que, nesses lugares, a emissão da CIN já foi integrada ao sistema do Gov.br e passou a incluir QR Codes para validação instantânea.
Até novembro de 2023, seu objetivo era expandir a sua emissão para todo o país. Entretanto, o governo espera incentivar ou obrigar todos os cidadãos brasileiros a trocar seus RGs pela CIN até 2032. Usando campanhas de conscientização e pontos de emissão em secretarias de segurança públicas e outros órgãos para ajudar na sua propagação.

Sendo assim, nos próximos anos, o governo deve intensificar a sua infraestrutura digital, como acesso à internet e treinamento para populações vulneráveis. Desse modo, garantindo que a transição seja inclusiva, embora detalhes sobre prazos intermediários e deliberações ainda estejam em aberto.

Como a blockchain garantirá a identidade de alguém?

A tecnologia blockchain garante a identidade ao oferecer um sistema descentralizado, seguro e imutável para armazenar e validar dados pessoais. Já que na CIN, cada cidadão terá seus dados registrados em um bloco criptografado na rede b-Cadastros. Uma vez que os dados são inseridos, ninguém pode alterá-los sem o consenso da rede. Assim, eliminando os riscos de falsificação ou manipulação.
Além disso, a rastreabilidade da identidade à permite registrar cada acesso ou uso. Dessa forma, criando um histórico auditável que aumenta a confiabilidade para serviços públicos e privados. Ademais, dispositivos móveis ou terminais autorizados poderão escanear o QR Code, que valida a CIN. Assim, se conectando diretamente ao banco de dados blockchain para verificar as interações em tempo real.
E esse foi o nosso post sobre a possibilidade da substituição do RG em 2032, esperamos que você tenha entendido a situação. E não se preocupe, quando houver atualizações nós avisaremos aqui!

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