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Servidor virtual em promoção é uma boa?

Se você tem navegado pela internet em busca de uma solução melhor do que a sua hospedagem compartilhada, é bem possível que alguns termos como servidor virtual, hospedagem VPS, hospedagem na nuvem, cloud computing e afins, já tenham  surgido pelo seu caminho.

Sim, essas soluções são a evolução natural para quem deseja aumentar a capacidade de sites e aplicações. No entanto, em um primeiro momento, todas essas informações podem ser bastante confusas. E isso é normal…

Toda evolução demanda certo tempo de adaptação. Há algumas décadas, um servidor virtual seria algo impensável. Hoje, ele é uma realidade. Na verdade, tudo indica que esse tipo de tecnologia é que reinará no futuro.

Ainda assim, voltemos ao presente. Neste exato momento, você deseja saber o que é um servidor virtual e como ele pode favorecer o seu negócio… correto?

Bem, se esse for o caso, a sugestão é que você não deixe de acompanhar este post até o fim. Sendo assim, vamos começar?

O que é um Servidor Virtual?

Sim, é possível que você esteja apenas querendo saber como um servidor virtual pode favorecer o seu site, loja virtual, aplicação, etc. No entanto, conhecer o funcionamento das coisas é essencial para podermos reconhecer o verdadeiro valor delas.

Para começar, é bom saber que o termo utilizado para designar servidores virtuais é VPS (Virtual Private Server). Essa sigla, por mais complicada que possa parecer, é de grande ajuda na explicação dos conceitos. Acompanhe:

  • Virtual: a palavra remete à característica desse tipo de servidor, ou seja, ele é virtual e não uma máquina física. Uma máquina virtual é criada por um software, utilizando recursos de uma máquina física;
  • Private: a palavra privado remete à característica de acesso restrito à máquina virtual. Isto é, o servidor virtual é destinado unicamente ao seu negócio;
  • Server: nesse caso, tem-se aquilo que você já deve saber, ou seja, um local de armazenamento de bancos de dados e arquivos.

Combinando essa definições fica fácil entender que um servidor virtual é o processo de tornar vituais os recursos de uma máquina física, garantindo uma forma de atender às necessidades dos contratantes com maior eficiência.

Para ficar mais claro, imagine que, na sua hospedagem compartilhada, você tem um espacinho para colocar o seu site. No servidor virtual, você tem um espaço virtual capaz de garantir mais recursos para o seu negócio, todo para você.

Mas o servidor virtual é melhor do que a hospedagem compartilhada?

Para responder à pergunta sugerida no título acima, é preciso primeiro estabelecer um parâmetro entre os dois tipos de hospedagem. De modo geral, é possível dizer que um servidor virtual funciona de uma forma muito semelhante a uma hospedagem compartilhada. Veja bem:

Na hospedagem compartilhada, existe um servidor dedicado, pertencente a uma empresa. Essa empresa concede a você uma parcela dos recursos e do espaço daquele servidor. Por isso, o nome hospedagem compartilhada.

Essa fração que você recebe, é limitada a certo nível de recursos. Isto é, aquelas especificações que são apresentadas na ocasião da contratação de um plano de hospedagem desse tipo.

No servidor virtual, temos o mesmo servidor dedicado. Com base nesse servidor, é criado um novo servidor, com seu próprios recursos, embora virtual.

Isso quer dizer que, de certo modo, você ganha um servidor exclusivo para o seu site, com recursos muito mais poderosos do que qualquer hospedagem compartilhada poderia oferecer.

Ademais, cada servidor pode ter um sistema operacional diferente. E isso, dependendo do tipo de negócio, pode ser algo muito útil, já que aumenta a versatilidade das soluções que um negócio deseja oferecer.

Vantagens do Servidor Virtual

Traduzir todas as informações apresentadas em vantagens palpáveis pode ser a melhor forma de compreender a grande solução que é um servidor virtual. Sendo assim, acompanhe com atenção:

  • Custo: um servidor virtual é a alternativa mais acessível para quem precisa de mais recursos. Em comparação com a hospedagem compartilhada e a hospedagem dedicada, o servidor virtual é o meio-termo;
  • Grande autonomia e personalização para o seu negócio: como a empresa tem acesso master (root) ao servidor, é possível instalar qualquer tipo de sistema operacional ou aplicação. Em uma hospedagem compartilhada isso não seria possível;
  • Recursos a serviço do negócio: nesse caso, como apenas o seu negócio estará no servidor virtual, não há o problema de dividir recursos com outros usuários. Todos os recursos são do seu negócio;
  • Segurança: assim como não há a divisão de recursos, não há o risco de problemas de segurança causados por terceiros. O seu negócio estará isolado em uma máquina virtual. Aliás, como você terá controle sobre as instalações no servidor, poderá criar aparatos de segurança mais rígidos.

Resumindo, se fôssemos criar um ranking evolutivo para os tipos de hospedagem, em ordem crescente, teríamos: hospedagem compartilhada, hospedagem VPS e hospedagem dedicada. Assim, fica claro saber qual será o seu próximo passo.

 

Mas para quem esse serviço é indicado?

Agora que você já conhece o poder de um servidor virtual, é possível que esteja pensando se essa solução é adequada para você. Nesse caso, tudo dependerá de como você vê o seu negócio, hoje e daqui a algum tempo.

De modo geral, o perfil ideal de quem contrata uma hospedagem VPS pode ser delimitado com base nos seguintes pontos:

  • Seu negócio já superou os recursos de uma hospedagem compartilhada? Para identificar isso, é só perceber problemas no seu site ou aplicação, relacionados a quedas constantes e experiências ruins para os usuários. Picos de tráfego podem derrubar o seu site?;
  • Seu negócio ficou gigantesco? Isto é, você deve disponibilizar recursos avançados para milhões de usuários. Nessa situação, é possível que o seu negócio precise de um servidor dedicado;
  • Você não tem tanto tráfego, mas precisa de maior liberdade para customizar suas ferramentas e aplicativos? Um servidor virtual tem alto nível de customização, sendo uma excelente opção nesses casos;
  • Você tem alguma experiência com sistemas operacionais, como o Linux, ou experiência na criação de servidores? Claro, você pode contratar alguém para isso, mas esse tipo de experiência vai ser essencial para operar a hospedagem.

Considerando os pontos apresentados, você poderá definir se o perfil do seu negócio exige uma hospedagem VPS. Ainda assim, confira os exemplos abaixo…

Tipos de negócios para servidores virtuais:

  • Sites, Blogs ou quaisquer projetos online que estejam precisando de mais recursos para lidar com o aumento do tráfego;
  • Lojas virtuais que tenham um grande volume de visitantes, muitas páginas de produtos e que precisam ter métodos de pagamento rápidos e seguros;
  • Pessoas que desejam criar servidores para jogos online e precisam garantir o desempenho máximo das aplicações;
  • Portais de notícias e fóruns com um número considerável de visitas diárias.

Se o seu projeto online se encaixa em algum desses exemplos ou você esteja precisando de mais recursos, é muito provável que um servidor virtual vá funcionar perfeitamente para você.

E qual é a diferença entre cloud server e VPS?

Em uma explicação bem limitada, é possível dizer que um Cloud Server é uma evolução do VPS. Os dois funcionam do mesmo modo, ou seja, são máquinas virtuais, mas o Cloud Server não fica preso a um servidor físico apenas. Mas vamos com calma…

Para começar, é bom falarmos um pouco sobre o conceito de Cloud Computing (computação em nuvem). Você já deve ter armazenado algum arquivo “na nuvem”, certo?

Essa nuvem pode ser entendida como um local para armazenamento de dados. Ok… Contudo, ela é um ambiente virtual que retira os seus recursos de diversos servidores.

Dessa forma, um Cloud Server é um servidor VPS que não se limita a um servidor físico para tirar recursos. Se um servidor virtual é criado a partir de um único servido físico, qualquer problema no servidor físico, prejudicaria o servidor virtual.

Em contrapartida, como o Cloud Server retira recursos de vários servidores locais, se um deles falhar, os outros irão compensar o erro, mantendo o seu projeto online sempre ativo e seguro.

De todo modo, ambas as soluções são perfeitas para os projetos que se encaixam nos perfis apresentados acima. A segurança de uma hospedagem VPS é excelente, a Hospedagem na Nuvem (Cloud) apenas reforça isso.

Portanto, se você encontrar uma hospedagem na nuvem por um preço acessível, a escolha é muito indicada. Aliás, há muitas empresas com valores promocionais, é bom ficar de olho…

O que devo considerar para tomar uma boa decisão?

Como você já está sabendo bastante sobre servidor virtual, hospedagem na nuvem, etc. podemos começar a falar sobre os pontos que definem uma boa hospedagem dentro desse gênero.

Assim que você começar a realizar as suas pesquisas, é possível que você vá encontrar uma série de aspectos técnicos. Logo, será necessário conhecer os mais importantes para fazer uma boa escolha. Diante disso, é bom reparar nos seguintes pontos:

  • Confira a quantidade de memória RAM: os planos iniciais geralmente contam com 1 GB de RAM. Essa configuração é bem comum, pois atende perfeitamente a variados tipos de negócios. Nesse caso, aproveite os chats das empresas e fale sobre o seu projeto. Os atendentes poderão lhe ajudar;
  • Confira a quantidade de CPUs virtuais: planos iniciais oferecem 1 CPU virtual… Nesse caso, a sugestão apresentada acima também funciona. Pergunte sempre aos atendentes;
  • Verifique o espaço disponível para armazenamento de recursos: aqui você já pode olhar para as suas necessidades. Existem planos iniciais com 20 GB a 30 GB de armazenamento. Faça uma análise do seu projeto e terá uma resposta;
  • Largura de banda: Como se trata de um servidor virtual, será necessário realizar transferências de arquivos os tempo todo. Essas transferências consomem o limite de banda (mensal) do plano. Planos Iniciais oferecem 1000 GB, o que já é ótimo.

 

O custo de um servidor virtual é maior do que uma hospedagem compartilhada?

Quando falamos em custos, tudo acaba se tornando uma questão de ponto de vista. Em valores absolutos, sim… o custo de uma hospedagem compartilhada é menor… embora não tão menor assim.

O importante é entender que não estamos tratando de questões absolutas. Em uma relação custo x benefício, há muita coisa subjetiva, muitos aspectos a serem considerados.

Como exemplo, tente considerar quantas vendas uma loja virtual pode perder se o site não abrir ou demorar para carregar. As pessoas na internet não têm paciência. Elas desejam tudo resolvido em segundos.

Agora, pense nessa situação em grande escala. Se uma pessoa abandonou o site por ele não ter carregado a tempo, quantas não farão o mesmo? Só nessa situação, a economia que você teve ao contratar uma hospedagem compartilhada já iria cair por terra.

E, por favor, entenda que não há nada de errado em contratar uma hospedagem compartilhada. O caso é que, esse tipo de hospedagem atende a projetos mais iniciais. Se a intenção for crescer, a evolução da hospedagem é o caminho natural.

Enfim, a dica aqui é a seguinte: muitas vezes, as empresas apresentam promoções bem atrativas, fazendo a contratação de um servidor virtual ficar muito mais acessível…

Vai adquirir o seu servidor virtual?

Como pôde perceber, este post teve a intenção de lhe apresentar o que é um servidor virtual. Essa solução é uma evolução natural para quem tem um projeto online que está em franco crescimento ou para quem já deseja começar mirando em um patamar mais elevado.

Esse tipo de tecnologia, muito em breve, se tornará o padrão da internet, visto que seus benefícios são inquestionáveis. Por ora, dúvidas são comuns, termos são estranhos, mas o que você não pode deixar de saber é: os benefícios dessa tecnologia para o seu negócio são muitos.

Quando for fazer a sua escolha, tente avaliar tudo com calma. Considere as exigências do seu negócio e tire as suas dúvidas com quem conhece sobre o assunto. As melhores empresas possuem chats de atendimento e outras soluções para esclarecer as suas dúvidas… Faça bom uso dessas opções.

Por fim, cabe destacar que a Hostmach está com um incrível desconto de 50% por 3 meses em seus Server Cloud. Essa pode ser a sua oportunidade de fazer um upgrade, deixar para trás os problemas da hospedagem compartilha e colher os benefícios de um poderoso servidor virtual.

Clouds e Data Centers

Tributação para uso de Clouds e Data Centers no exterior

Há alguns anos, a contratação de clouds e data centers junto a empresas do exterior era muito mais interessante, em termos de custos, do que adquirir esses serviços aqui no Brasil.

Contudo, o baixo custo só existia por conta de uma legislação tributária confusa. E, claro, o fisco não iria demorar para ajustar a tributação de clouds e data centers no exterior, não é mesmo?

Foi através do através do ADI (Ato Declaratório Interpretativo) de número 7, que a Receita Federal ajustou a tributação para esse tipo de serviço. Desde então, qualquer contratação nesse sentido é considerada como importação e não como aluguel de bens móveis, como era antes.

Com isso, mesmo que as soluções do exterior pareçam ser mais baratas, a carga tributária acaba fazendo essa escolha não ser tão interessante quanto era no passado.

Pensando nisso, este post foi criado para lhe mostrar como funciona essa “nova forma de tributação”.

Desse modo, você terá totais condições para avaliar se a contratação de uma solução no exterior é o melhor para o seu negócio.

Clouds e Data Centers

Antes de falarmos sobre a tributação para uso de Clouds e Data Centers no exterior, é necessário conhecer essas soluções, a fim de verificar em quais situações elas podem ser úteis. Com isso, você saberá exatamente, o quanto essa tributação pode impactar o seu negócio.

É bom saber que os Data Centers  são locais onde estão reunidas a infraestrutura que garante a sustentação, desempenho e recursos digitais de uma empresa.

Traduzindo, um Data Center é um local onde são armazenados servidores, equipamentos de processamento e arquivamento de dados e sistemas ativos de rede. Esses centros são o cérebro de muitos negócios. Logo, eles devem ser muito bem protegidos e dotados de tecnologias de última geração.

Sabendo disso, pense bem: Nem todas as empresas podem se dar ao luxo de possuir um Data Center próprio. Por isso, elas contratam espaços dentro de Data Centers de terceiros e soluções em Cloud.

Isto é, elas alugam um espaço para armazenar seus dados e assentar toda a infraestrutura dos seus negócios online.

Aqui no Brasil, a popularização desse tipo de serviço começou a crescer em 2008. No início, a solução “vinha de fora” com custos muito acessíveis. Com o passar dos anos, diversas empresas aqui no Brasil começaram a entrar nesse mercado.

A Solução no Passado

Durante um bom tempo, todos preferiam contratar Clouds e Data Centers no exterior. E a justificativa para essa escolha era simples: As empresas brasileiras eram tributadas de inúmeras formas, o que fazia seus serviços ficarem muito mais caros para o consumidor final.

Antes do ADI nº 7 (que logo será explicado em detalhes), a contratação de Data Centers no exterior era computada como aluguel de bens móveis. Nesse caso, a incidência de impostos se limitava ao Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF).

Aliás, cabe ressaltar que algumas empresas apenas se preocupavam em adquirir os serviços com cartões de crédito. Isto é, elas pagavam apenas o IOF inerente à compra.

Daí, não fica nada complicado concluir que a competição, para as empresas aqui do Brasil, era desleal. Para o consumidor final, o que importa são os custos. Podendo contratar um serviço de qualidade, por um preço menor, não há o que discutir.

E a situação se arrastou por um bom tempo, já que a legislação tributária, ainda era confusa. Porém, isso mudou com a chegada do Ato Declaratório Interpretativo (ADI), nº 7.

O ADI, nº 7

O Ato Declaratório Interpretativo, nº7 da Receita Federal do Brasil entrou em vigência no dia 15 de agosto de 2014. A intenção era, exatamente, versar sobre a natureza das operações envolvendo data centers. Isto é, ao definir a natureza da operação, a tributação entraria nas regras correspondentes a essa natureza.

Nesse sentido, o Artigo Primeiro do Ato é bem claro:

“Art. 1º Os valores pagos, creditados, entregues ou remetidos por residente ou domiciliado no Brasil para empresa domiciliada no exterior, em decorrência de disponibilização de infraestrutura para armazenamento e processamento de dados para acesso remoto, identificada como data center, são considerados para fins tributários remuneração pela prestação de serviços, e não remuneração decorrente de contrato de aluguel de bem móvel”.

Em outras palavras, o ato de lançar as despesas de contratação de Data Centers como aluguel de bens móveis passou a ser oficialmente equivocado. Por força do ato, essa contratação passou a funcionar como importação de serviço.

Por conta dessa alteração, a tributação para uso de Clouds e Data Centers no exterior mudou drasticamente. Assim como o custo desses serviços.

Perceba que o preço do serviços permaneceu inalterado. A questão dos impostos é que fez tudo ficar mais caro.

Curiosamente, para aqueles que reclamavam do preço cobrado pelas empresas situadas no Brasil, a medida provou que se tratava apenas de uma questão tributária.

Isto é, as empresas brasileiras têm soluções de qualidade por preços justos. Os impostos é que faziam a competição ficar tão desleal. O ADI nº7 alterou essa história. Mas vamos ver como isso funciona, na prática?

A Tributação para uso de Clouds e Data Centers no exterior atualmente

O curioso acerca do ADI nº7 é que a medida já está em vigência há alguns anos e ainda existem pessoas que a desconhecem.

Essas pessoas continuam expondo seus negócios a sanções da fiscalização, por não recolherem os impostos da forma devida.

Conforme explica a própria Receita Federal, a tributação para uso de Clouds e Data Centers no exterior passou a funcionar do seguinte modo:

  • IRRF (Imposto de Renda Retido na Fonte): alíquota de 15%. Em alguns casos, essa alíquota pode chegar a 25% se o país da empresa contratada for considerado como “paraíso fiscal” ou se o serviço for classificado como “não técnico”.
  • CIDE (Contribuição para Intervenção no Domínio Econômico) e Cide Royalties: alíquota de 10%;
  • PIS (Programa de Integração Social): alíquota de 1,65%;
  • Contribuição para Financiamento da Seguridade Social: alíquota de 7,6%;
  • IOF (Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguro, ou relativos a Títulos ou Valores Mobiliários): alíquota de 0,38%;
  • ISSQN (Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza): as alíquotas variam entre 2% e 5%, dependendo das regras do município do tomador dos serviços.

Percebe como a carga tributária é pesada? Só para você ter uma ideia, o somatório dessas alíquotas fica próximo dos 39%. Segundo as estimativas de especialistas da área tributária, os serviços têm seus preços aumentados em quase 50%.

E detalhe: a responsabilidade sobre o pagamento desses tributos é inteiramente do tomador dos serviços. Isto é, as empresas é que deverão arcar com todo esse ônus. Além das obrigações adicionais, que veremos a seguir:

Obrigações Adicionais

Como se o aumento na carga tributária pelo uso de Clouds e Data Centers no exterior já não fosse o bastante, os contratantes desses serviços ainda são obrigados a realizar certas ações adicionais.

Por exemplo: ao contratar os serviços junto a uma empresa do exterior, o contratante fica obrigado a fazer uma declaração de importação.

Essa declaração é feita por meio do Siscoserv (Sistema Integrado de Comércio Exterior de Serviços, Intangíveis e Outras Operações que Produzam Variações no Patrimônio).

Tudo é feito de forma online, através da plataforma do Siscoserv. Ao receber essa declaração, o sistema toma ciência das transações efetuadas entre residentes ou domiciliados no Brasil e no exterior.

De acordo com os especialistas da área, a responsabilidade sobre a declaração é inteiramente dos residentes ou domiciliados no Brasil. Ainda assim, existem algumas personalidades isentas dessa responsabilidade, como é o caso dos MEIs e empresas optantes por regimes tributários diferenciados.

De todo modo, o importante aqui é perceber que, além do aumento do preço final, há todo um procedimento que não pode ser deixado de lado. Para esses casos, a sugestão é que você procure por um profissional da área contábil a fim de saber mais sobre os pormenores das transações.

Um breve resumo:

Como pôde perceber, a contratação de soluções em Cloud e Data Centers do exterior já não é mais tão interessante quanto foi no passado.

A carga tributária teve um aumento de 39% e as estimativas de aumento no custo do serviço chegam a 50%.

Sem contar que as obrigações acessórias são marcadas por um processo bastante burocrático.

Além do mais, toda a responsabilidade recai sobre as empresas contratantes, o que as força a mobilizar mais serviços contábeis, consultar especialistas, etc.

Certamente, no fim das contas, o barato pode sair bem caro. Afinal, em termos de qualidade de serviço, as empresas brasileiras estão em pé de igualdade com empresas estrangeiras.

Diante disso, como a competição está igualada, cabe às empresas avaliarem as opções.

As soluções aqui no Brasil:

Agora que a situação entre as empresas estrangeiras e nacionais está devidamente igualada, é necessário fazer uma análise de custos e benefícios relacionados à contratação desses serviços.

Obviamente, contratar serviços dentro do território nacional tem algumas diferenças. Para começar, um dos maiores diferenciais é o tempo de resposta.

Conforme indicam especialistas na área de TI, Data Centers localizados no Brasil podem apresentar conexões até 10 vezes mais rápidas do que os Data Centers do exterior. Isso acontece, pois as empresas atuando por aqui possuem ligações diretas com as operadoras e pontos de troca específicos.

E esse ponto da velocidade é crucial. Um site que abre rapidamente, uma aplicação ágil… Enfim, na conta final, tudo isso acaba sendo de enorme valia para qualquer negócio online.

Quando avaliamos a segurança, os serviços estão em pé de igualdade, usando tecnologias de ponta. Por esse motivo, não é difícil concluir que, com a igualdade em termos de valores, a contratação de um serviço daqui do Brasil é, em linhas gerais, muito mais atrativa.

Ademais, pense na questão do suporte. Se por acaso você tiver algum problema, por motivos óbvios, será bem mais fácil contatar a empresa responsável pelo serviço. Até mesmo acioná-la judicialmente. O SAC no exterior é bem mais complicado

Diante de problemas de força maior, a contratação de uma empresa nacional, certamente tornará a resolução mais fácil. Paz de espírito vale o investimento, não se esqueça disso.

E, afinal, qual serviço nacional eu devo contratar?

Agora que você ficou sabendo sobre a tributação em Clouds e Data Centers no exterior, considere esses pontos:

Em um primeiro momento, faça uma análise comparativa entre preços e recursos. Sim, nem todos são especialistas. Por esse motivo, é sempre bom ouvir as indicações de especialistas da área de TI e buscar outros dados.

As empresas costumam ter planos diferenciados em função das necessidades de cada negócio. Durante a sua avaliação, é bom verificar condições especiais, recursos e muito mais.

E sim… ficar de olho em promoções é muito importante. Avalie a empresa, como um todo, e a solução oferecida por ela. Se o preço promocional estiver valendo, melhor ainda, não acha?

Para finalizar, é bom ressaltar que a Host Mach está com uma promoção imperdível em seus planos de servidores Cloud: 50% de desconto por 3 meses.

Isso quer dizer que os excelentes planos da empresa podem ser contratados com uma boa economia inicial. É bom aproveitar. Qualidade, por preço justo, é algo imperdível.

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