como vender na quarentena?

Como vender na quarentena?

Quem imaginaria que um vírus faria o mundo inteiro entrar em quarentena? O atual cenário (e único) que estamos vivenciando atropelou toda nossa história e vêm obrigando a empresas de todos os portes a adotarem novos modelo de trabalho.

Embora o trabalho remoto faça mais sentido para determinados segmentos, a verdade é que independente do ramo, é possível contar com o home office aliado a estratégias de vendas e parcerias e até mesmo criar novos negócios aproveitando as boas oportunidades que o mercado oferece.

Como vender na quarentena?

Já que a maioria dos locais estão fechados ou com restrições, é indispensável ter presença digital, afinal, o primeiro passo é que você seja encontrado por pessoas que procuram seus serviços ou produtos.

A maioria das empresas de hospedagem incluem nos seus planos de hospedagem compartilhada algum criador de sites. Estes costumam ser muito simples de usar e já contam com dezenas de templates separados por categorias de negócios.

Sabemos que montar um e-commerce em pouco tempo, embora possível, não é uma tarefa tão fácil. Neste momento, mais do que em outros, tempo é dinheiro e menos é mais.

Contrate um plano de hospedagem de sites e escolha um tema que lhe agrade. Coloque uma tabela ou descritivo dos seus produtos e serviços juntamente com os valores, além de sua área de atuação ou entrega.

Formas de contato

O e-mail @suaempresa.com.br é indispensável. Além de profissionalismo, você passa confiança e se mostra preparado. Nada de usar e-mails gratuitos @gmail.com, por exemplo, pois parece amador e muitas vezes gera desconfiança e desconforto com chances de perder uma venda.

Para ter um e-mail profissional @suaempresa.com.br, basta que você registre o domínio suaempresa.com.br. Este é um processo muito simples, fácil e diversas empresas oferecem domínios grátis na compra de um plano de hospedagem.

Esteja sempre disponível (virtualmente, no caso) para responder seus clientes em potencial. O tempo de resposta rápido aumenta muito suas chances de fechar um negócio. No mais, esteja presente também para liderar e orientar sua equipe. Acompanhe o desenvolvimento de tarefas a fim de garantir um desempenho acima da média.

Crie um site grátis com poucos cliques e descubra como é fácil vender na quarentena

Conforme explicado anteriormente, várias empresas de hospedagem de sites dão direito a criadores de sites. Estes não exigem conhecimentos técnicos e é possível construir sites profissionais e com um design bem legal e intuitivo em pouco tempo.

Você escolhe um template de acordo com sua categoria de negócio, altera os textos, coloca seus serviços e produtos com fotos e descrições, preenche os formulários de contato vinculados ao seu e-mail profissional e já pode começar a vender.

Capriche nos textos e pense no uso de palavras-chave que irão lhe ajudar a ser encontrado. Se houver tempo disponível, crie também um blog e poste artigos relacionados aos produtos que você oferece.

Explore novas oportunidades de negócios. Planos de hospedagem com domínios ilimitados: 1 plano e vários sites

Nunca foi tão importante expandir seus horizontes, não é mesmo?

Pensando nisso, que tal aproveitar as oportunidades de mercado que surgiram em meio a esse cenário? Embora alguns setores estejam apresentando quedas, sempre há oportunidades que se criam em meio a crise.

Este é o caso dos cursos virtuais e palestras online, por exemplo, que estão bombando na quarentena. Mas por que? Bom, as pessoas estão buscando expandir seus horizontes e estão finalmente tendo tempo e disposição para se aperfeiçoarem em algo novo.

Cursos de idiomas online tiveram aumento na procura, assim como cursos em softwares e desenvolvimento de aplicativos. As pessoas não deixaram de comprar, mas estão comprando com mais consciência e buscando investir em coisas que possam lhe trazer algum retorno no futuro.

Por essas razões é muito importante ficar atento às oportunidades que estão surgindo e apostar simultaneamente em mais de uma ideia de negócio. Conforme explicado, vários planos de hospedagem dão direito a sites e domínios ilimitados. Em outras palavras, isso quer dizer que o valor pago será o mesmo para 1 site ou 10 sites.

Conheça 5 ideias de negócios e comece a vender na quarentena

1- Alimentação

Pesquisas indicam aumento expressivo no número de pedidos online. A alimentação fora de casa sempre foi muito valorizada, em especial nos grandes centros. Agora, embora muita gente esteja trabalhando em casa, o hábito de pedir comida continua.

Além de cumprir de forma completa as práticas de segurança e higiene, é preciso também deixar claro aos clientes e pessoas interessadas que essas medidas estão sendo tomadas.
Oferecer brindes e mimos também é uma boa aposta de fidelização neste segmento. Por exemplo: Se você realizou a venda de uma marmita, que tal incluir um brigadeiro totalmente grátis.

2- Cursos e conteúdos online

A tendência traz boas chances para aqueles que possuem alguma habilidade como idiomas, gastronomia,  instrumentos musicais ou até artes. As aulas podem ser oferecidas por videochamada e vendidas por hora-aula ou gravadas em forma de curso e disponibilizadas em um valor cheio.

Outra ideia é oferecer aulas de reforço a crianças e adolescentes que estão estudando em casa e apresentam maior dificuldade de acompanhamento.

3- Entretenimento para os pequenos

Com tantos pais enlouquecendo e com tantas crianças em casa cheias de energia, este segmento apresenta um leque imenso de oportunidades.

As ideias precisam envolver criatividade e disposição. As possibilidades incluem desde contar histórias por meio de lives a até ensinar artes cênicas, corporais, dobradura, pinturas, e, por fim, melhorar e trabalhar a capacidade de interação.

4- Consertos, reformas e serviços em geral

Com a crise econômica que vem se formando, a tendência é que as pessoas tentem consertar seus produtos ao invés de vendê-los.  Habilidades com manutenções automotivas, conserto de eletrodomésticos, eletrônicos e até mesmo roupas ou similares precisam de um site para divulgação de seus serviços em sua região de atuação.

E então? Gostou das dicas e das oportunidades? Que tal montar seu site hoje mesmo? Acesse nosso site e confira os planos de hospedagem disponíveis.

 

 

velocidade de carregamento de suas páginas

Conheça 2 ferramentas gratuitas e teste a velocidade de carregamento de seu site ou blog

A velocidade de carregamento de seu site ou blog é um ponto muito importante que impacta diretamente no posicionamento dos resultados de busca. Em outras palavras, se o seu site ou blog estão demorando muito para abrir, isso significa que você irá perder posições nos resultados de busca.

O motivo disso? Bom, assim como você quer oferecer o melhor para seus clientes, o Google e os outros buscadores também.

Apenas sites com boa velocidade de carregamento serão exibidos nas primeiras páginas de resultados de busca.

Aprenda como melhorar o desempenho do seu site com essas 2 dicas de ferramentas grátis e online.

Por qual motivo a velocidade de carregamento  de seu site ou blog merece atenção?

Os brasileiros, segundo pesquisas publicadas, passam muito tempo online conectados via smartphones. Um público assim exige sites de qualidade e não perde tempo com sites lentos e engessados. O índice de abandono de sites que demoram a carregar é altíssimo e demonstra que as pessoas em geral não tem paciência com isso.

Esse ponto é um divisor entre ganhar ou perder um cliente, afinal, se a concorrência oferece o mesmo produto que você, porém, com uma experiência de navegação superior, o usuário certamente escolherá a opção que mais lhe agradou.

É essencial, independente de seus objetivos, manter seu site com a menor velocidade de carregamento possível, no entanto, no artigo de hoje vamos falar sobre um passo anterior a esse: Ferramentas grátis que nos apresentam relatórios completos a fim de avaliar e medir a velocidade de carregamento de um site ou blog.

Existem ainda detalhes que interferem na velocidade de um site. Alguns dos motivos mais comuns que interferem no tempo de abertura de um site ou blog são:

  • imagens muito grandes, pesadas ou em formatos não recomendados.
  • falta de revisão de scripts e páginas com muitas requisições.
  • uso excessivo de CSS, HTML e/ou JavaScript;
  • Falhas e problemas com otimização de códigos.

Existem algumas ferramentas que medem o tempo de carregamento das páginas de seu blog ou site, e que, além disso, podem lhe ajudar a identificar os problemas citados acima. Acompanhe:

Ferramentas grátis para teste de velocidade de carregamento.

1. Page Speed Insights – Informações completas (desktop e smartphones)

O Google tem um portal muito legal para desenvolvedores e esta ferramenta está inclusa nestes itens. O Page Speed Insights oferece um relatório completo indicando os problemas encontrados e sugestões para correção e aprimoramento.

A avaliação leva em conta diversos critérios, como por exemplo:

Velocidade (desktop e mobile), além da experiência de usuário em dispositivos mobiles.

A página ganhará um nota de classificação que pode variar entre 0 e 100, sendo 100 o melhor índice possível, e zero, o pior. Em outras palavras isso que quer dizer que quanto mais próximo de 100 você estiver, menos coisas você terá de corrigir.

Quer fazer o teste com algum site?  Então acesse o PageSpeedInsights e aproveite.

2. Web Page Test

A segunda ferramenta deste post conta com a possibilidade do usuário escolher o tipo de navegador, além do local de origem do teste.

Após a menção da URL, a ferramenta apresenta resultados repletos de detalhes, incluindo informações sobre o domínio, detalhamento de seu conteúdo, análise do desempenho e captura de tela.

Totalmente grátis, a ferramenta oferece diagnóstico aprofundado com design intuitivo e diferenciado.  Embora o Web Page Test também ofereça sugestões de melhorias, os gráficos em cascata ajudam na interpretação dos resultados

E aí? Quer testar? Acesse o site Web Page Test e confira você mesmo.

Otimização de sites: o que você precisa para começar?

Por fim, vá adiante, afinal, não adianta usar a ferramenta para medir a velocidade de carregamento de seu site ou blog se você não corrigir os problemas identificados.

Siga as recomendações de otimização e, após concluído, teste novamente, pois suas correções podem ter gerado outras sugestões de melhoria e otimização.

Apesar de o assunto ser bastante abrangente, existem alguns pontos que merecem atenção por serem conhecidos como os problemas mais comuns:

  • otimize as imagens de seu blog ou site.
  • revise o seu código quantas vezes forem necessárias
  • mantenha o cache habilitado
  • desabilite recursos desnecessários que interferem no desempenho.
  • opte por um serviço de hospedagem completo e de qualidade.

Caso as correções exijam melhorias em scripts, ou com programação em geral, é recomendado a contratação de um profissional especializado.

DICA EXTRA:

Lembre-se que a questão do desempenho de seu site, blog ou loja virtual estão intimamente relacionados com o servidor em que estão hospedados. Sendo assim, opte por empresas de hospedagem de confiança e fique de olho nas promoções.

E então? Gostou das dicas de hoje? Já utilizou algumas dessas ferramentas? Compartilhe conosco sua experiência ou confira mais posts sobre assuntos relacionados clicando aqui.

 

backups e sua importancia

Por que fazer backups? Qual a importância?

Você ou sua empresa realizam backups periódicos?
Já parou para pensar no que faria se perdesse todos os dados do seu computador ou smartphone? Arquivos, dados, documentos, fotos, contatos e não houvesse nenhuma forma de recuperá-los? A verdade é que embora recomendado, poucas empresas e até mesmo pessoas tomam os cuidados necessários a fim de evitar este tipo de situação.
Você sabia que um simples backup é a melhor maneira de prevenir esse tipo de problema? E que existem hospedagem de sites que incluem esse serviço na contratação do serviço? Os backups nada mais são do que cópias de segurança utilizadas em caso de remoção ou alteração indevida de aquivos.
Se quando perdemos arquivos pessoais, a situação já é ruim, imagine no caso de empresas? Perder documentos, e-mails de vendas, dados de fornecedores, contratos assinados e históricos. O prejuízo é, além de imensurável, uma enorme dor de cabeça.
A fim de tentarmos lhe ajudar, esse artigo abordará vários aspectos do backup e sua importância, acompanhe:

Backups de dados? Entenda de uma vez por todas.

Backup significa cópia de segurança. Caso aconteça algum imprevisto e os arquivos originais sejam perdidos, você terá uma cópia de tudo e não precisará ficar em pânico.

Várias situações, inclusive aquelas que fogem de seu controle, causam problemas e podem fazer com que seus arquivos sejam perdidos. Dentre as mais comuns destacam-se:  Vírus e malwares, remoções feitas por engano, e problemas nos componentes físicos de seu computador.

Existem dois tipos de backups: O manual e o automático.

Se você for realizar um backup manual, saiba que é preciso paciência, pois é necessário salvar cada um dos arquivos em outro dispositivo. Além de pouco prático, o procedimento costuma tomar bastante tempo.

Já no caso do backup automático, principalmente recomendado para empresas de qualquer tamanho, o procedimento é rápido e exige poucos cliques. Outro fator positivo é que as chances de erro são bem pequenas e, ainda que ocorram, existe a possibilidade de reversão.

Devido à sua importância, várias empresas de hospedagem de sites já oferecem backups inclusos na contratação de algum plano de hospedagem. A periodicidade varia, mas é recomendado que os backups sejam realizados no mínimo 1 vez por semana.

Caso você prefira essa opção, fique de olho no painel de controle oferecido pela empresa de hospedagem. Paineis de controle próprios ou pouco utilizados geralmente apresentam problemas de incompatibilidade na hora de migrações, por exemplo.

Outra ponto importante que deve ser levado em consideração é a escolha do backup na nuvem ou em um dispositivo físico. Ao citar sobre dispositivo físico, estamos nos referindo a, por exemplo, um outro HD externo, máquina, pendrive, enfim, objetos palpáveis e que correm risco de eventuais danos. Já no caso de backup em nuvem, todos os seus arquivos ficam salvos em servidores virtuais.

Empresas e backups

Lidar com dados de outras pessoas e não ficar atento com as medidas de segurança básicas na web não é um comportamento correto, porém, bastante frequente. É importante ter o pé no chão e compreender a realidade de que, cedo ou tarde, seus arquivos e dados estarão correndo risco.

Prevenir e se organizar são sempre as melhores escolhas. Encontrar arquivos perdidos ou removidos, além de muito caro e demorado, não tem garantia nenhuma de recuperação e em muitos casos não dá em nada.

Se quer ter uma empresa, entenda que o mundo está ficando digital. Os serviços de tecnologia na web que garantem a sua segurança e a de seus clientes são indispensáveis para o seu sucesso.

Acompanhe situações que exigem backups periódicos:

Computadores podem apresentar defeitos

Apesar da tecnologia já ter feito grandes avanços, ela está longe da perfeição e continua suscetível a apresentar defeitos e falhas. Fatores externos, como por exemplo, raios, podem danificar peças importantes e impedir a leitura de seus arquivos e dados. É muito importante realizar backup de dados com frequência e utilizar um servidor seguro. Sua ação será fundamental para impedir que essas falhas venham a tumultuar seu dia a dia.

Usuários também cometem erros

Todo mundo comete erros e atire a primeira pedra quem nunca deletou algo importante por engano ou desatenção. Por mais qualificados que sejam seus funcionários, não há como evitar que esse tipo de situação ocorra, nem tampouco usar formas de prevenção. O comportamento humano é imprevisível e, portanto, é indispensável investir em backups.

Preço não é mais desculpa

Alguns anos atrás serviços dessa natureza costumavam ter um valor bem mais alto. Mas, com o tempo, quanto maior a demanda, menor o preço. Hoje em dia é possível contratar planos de hospedagem com backups por um preço muito acessível.

A Natureza é Imprevisível

O Brasil, devido a sua localização geográfica, não precisa enfrentar terremotos de grandes magnitudes, mas ainda assim, passamos por desastres como incêndios, alagamentos, desabamentos, rompimento de barragens, temporais, entre outros. Empresas que não possuem organização com seus dados podem encontrar enormes barreiras para a retomada de suas atividades após problemas desse tipo.

Existem estimativas que apontam que a maior parte das empresas que enfrenta uma interrupção prolongada em seu funcionamento, acaba encerrando as atividades nos próximos anos.

Você com certeza não quer fazer parte dessa estimativa, não é mesmo?

Backups não são frescura ou gasto à toa, mas sim um investimento necessário para empresas de micro, pequeno, médio ou grande porte.

Bom, agora que você já entendeu mais um pouco sobre esse assunto, que tal dar uma conferida na nossa promoção?

Confira aqui e aproveite essa oportunidade

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blog ou site? escolhas

Blog ou site? Qual a melhor opção para meu negócio?

É possível afirmar que a principal diferença entre um blog ou site está no conteúdo. Um site geralmente possui o objetivo de apresentar determinada empresa juntamente com seus serviços e produtos, enquanto um blog contém uma série de textos informativos, tutoriais e artigos relacionados aos produtos e serviços oferecidos.

É indispensável compreender um pouco mais sobre esse assunto a fim de que seu projeto online funcione, e por esse motivo, esse artigo tentará abordar temas relacionados. Acompanhe aqui:

Por que ter um blog ou um site de minha empresa?

Hoje em dia tudo acontece na internet e ter estratégias de marketing digital é fundamental para o sucesso de seu negócio.

Quando se tem uma loja física, há uma certa limitação no alcance de seu público por conta da localidade, ou seja, seu negócio fica limitado a um bairro ou cidade. Ao contrário disso, a internet é um lugar sem barreiras e com alcance mundial.

Este é sem dúvida o principal motivo de investir em presença online, afinal, quanto mais pessoas você atinge, mais você vende.

“É muito caro e difícil administrar uma loja virtual”

Mas espera, como assim?

Quem disse que para vender online você precisa de uma loja virtual?

Hoje em dia, dezenas de grandes lojas virtuais permitem que você venda seus produtos em seus sites. A estratégia que segue em constante crescimento é chamada de Marketplace.

Através do marketplace é possível, por exemplo, vender em grandes sites como Mercado Livre, Americanas, dentre muitos outros.

Claro que não se trata de bondade da parte deles, pois existe o pagamento de taxas, mas basicamente é como se você locasse um espaço dentro dos maiores sites de e-commerce do Brasil.

Desse jeito fica fácil ser encontrado e você pode colocar um pequeno aumento em seus produtos a fim de cobrir as eventuais taxas.

Como irá aparecer para o usuário que o produto que ele está comprando é de sua empresa, é indispensável que você possua um site ou blog a fim de passar mais credibilidade, além de aumentar a possibilidade de novos negócios no futuro diretamente com você.

Ao ter um site que se chama, por exemplo, minhaempresa.com.br, você também terá um e-mail @minhaempresa.com.br e isso certamente passará muito mais profissionalismo, afinal, as pessoas ficam desconfiadas de vendedores que fornecem e-mails pessoais. Você pode perder vendas para seus concorrentes.

 Diferenças entre blog e site

Na hora da escolha, leve estas dicas em consideração:

1. Periodicidade de atualizações em seu site ou blog

Um site institucional costuma ser mais estático, ou seja, é atualizado com menos frequência, pois não existe necessidade de alteração de conteúdo.

Já no caso do blog, há necessidade de atualizações mais constantes.  Importante saber que quanto mais postagens você fizer, desde que sejam exclusivas (nada de ctrl c + ctrl v), melhor será o seu SEO.

Você deve definir uma periodicidade de atualizações, seja ela diária, semanal ou mensal. O importante é produzir conteúdos originais e realmente relevantes para seus usuários.

Se você vende cosméticos, postar tutoriais de make que utilizam seus produtos, é uma ótima estratégia por exemplo. Além de mostrar na prática como utilizá-los de forma correta para atingir bons resultados, seu conteúdo é original e gera engajamento quase que imediato.

Esse tipo de ação também costuma obter excelentes resultados em redes sociais que permitam a marcação de outros amigos. Vale saber que existem uma série de plugins que alimentam automaticamente suas redes sociais quando você realiza uma nova postagem em seu blog.

2. Tipos de comunicação: Como passar o seu recado?

O blog permite um tipo de comunicação bem menos informal que um site e a capacidade de transmitir uma mensagem em menos tempo.

Já no caso do site, há a necessidade de um pouco mais de seriedade na comunicação, afinal, ainda que sua empresa siga uma linha mais cool, não confunda: O site assume sua missão e valores, além de te representar como empresa.

Escolhas e seus impactos:

Se você estiver buscando a criação de um site institucional, que vai contribuir para o fortalecimento de sua marca e credibilidade um construtor de sites pronto certamente vai atender às suas necessidades por um custo bastante acessível.

Alguns anos atrás esse assunto era bem mais complexo e carecia de um investimento bem maior. Hoje em dia, graças aos avanços tecnológicos, é possível criar um site bonito, intuitivo e responsivo gastando pouco.

Páginas indispensáveis de um site incluem seu endereço, formas de contato e ao menos um breve resumo sobre o objetivo de sua empresa e história. Hoje em dias as pessoas se importam com isso e fatores externos, totalmente alheios, como por exemplo, sustentabilidade ou responsabilidade social, influenciam na tomada de decisões.

No caso do blog, embora eu também recomendo colocar suas formas de contato, você não precisa contar sua história, pois o objetivo dele é tratar de assuntos relacionados aos seus produtos e serviços, que podem ser inclusive categorizado por datas e áreas de interesse distintas, facilitando a busca por informações.

E qual hospedagem de sites escolher?

Independente de blog, site ou loja virtual, é indispensável escolher uma hospedagem de sites confiável que se adeque às suas necessidades. Uma boa dica é adquirir um plano de hospedagem que dê acesso gratuito aos principais criadores de sites do mercado.

Dessa forma, além de concentrar a administração de seu negócio, você ainda aproveita para criar seus e-mails, blog ou site, de forma fácil, rápida, com direito a suporte 24 horas por dia.

Acho que agora já ficou mais fácil de entender as principais diferenças entre blog ou site, não é mesmo?

Mas você já se perguntou se é possível usar os 2 ao mesmo tempo?

Embora possível, isso não é uma obrigatoriedade. Comece aos poucos, pois o importante mesmo é ter presença online de alguma forma e independente de sua decisão, você já estará fazendo isso.

Blog ou site? Faça essas perguntas antes de tomar sua decisão:

Independente de você escolher criar um site ou criar um blog, acompanhe este breve resumo e não erre:

1 – Se você quiser apenas apresentar sua empresa, destacar seus diferenciais, listas seus produtos e serviços e formas de contato, um site institucional simples e leve é a melhor escolha. Lembre-se que construtores de sites prontos são uma opção barata e disponível nos melhores planos de hospedagem.

2 – Quer escrever a respeito de coisas que estão relacionadas aos serviços que você oferece no intuito de apresentar soluções para os problemas do dia a dia? Então nesse caso você precisa criar um blog e deve mantê-lo sempre atualizado com novidades, notícias e até promoções.

3 – Lembre-se que a escolha do nome do seu site ou blog também conta e, portanto, prefira registrar nomes de domínios mais curtos e de fácil memorização.

Agora que as coisas estão mais claras, que tal começar agora mesmo a colocar em prática seus aprendizados?

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Tem alguma dúvida? Deixe aqui nos comentários.

Quer conhecer outros artigos? Clique aqui e aproveite.

 

cloud server, cloud computing, servidor virtual

Servidor virtual em promoção é uma boa?

Se você tem navegado pela internet em busca de uma solução melhor do que a sua hospedagem compartilhada, é bem possível que alguns termos como servidor virtual, hospedagem VPS, hospedagem na nuvem, cloud computing e afins, já tenham  surgido pelo seu caminho.

Sim, essas soluções são a evolução natural para quem deseja aumentar a capacidade de sites e aplicações. No entanto, em um primeiro momento, todas essas informações podem ser bastante confusas. E isso é normal…

Toda evolução demanda certo tempo de adaptação. Há algumas décadas, um servidor virtual seria algo impensável. Hoje, ele é uma realidade. Na verdade, tudo indica que esse tipo de tecnologia é que reinará no futuro.

Ainda assim, voltemos ao presente. Neste exato momento, você deseja saber o que é um servidor virtual e como ele pode favorecer o seu negócio… correto?

Bem, se esse for o caso, a sugestão é que você não deixe de acompanhar este post até o fim. Sendo assim, vamos começar?

O que é um Servidor Virtual?

Sim, é possível que você esteja apenas querendo saber como um servidor virtual pode favorecer o seu site, loja virtual, aplicação, etc. No entanto, conhecer o funcionamento das coisas é essencial para podermos reconhecer o verdadeiro valor delas.

Para começar, é bom saber que o termo utilizado para designar servidores virtuais é VPS (Virtual Private Server). Essa sigla, por mais complicada que possa parecer, é de grande ajuda na explicação dos conceitos. Acompanhe:

  • Virtual: a palavra remete à característica desse tipo de servidor, ou seja, ele é virtual e não uma máquina física. Uma máquina virtual é criada por um software, utilizando recursos de uma máquina física;
  • Private: a palavra privado remete à característica de acesso restrito à máquina virtual. Isto é, o servidor virtual é destinado unicamente ao seu negócio;
  • Server: nesse caso, tem-se aquilo que você já deve saber, ou seja, um local de armazenamento de bancos de dados e arquivos.

Combinando essa definições fica fácil entender que um servidor virtual é o processo de tornar vituais os recursos de uma máquina física, garantindo uma forma de atender às necessidades dos contratantes com maior eficiência.

Para ficar mais claro, imagine que, na sua hospedagem compartilhada, você tem um espacinho para colocar o seu site. No servidor virtual, você tem um espaço virtual capaz de garantir mais recursos para o seu negócio, todo para você.

Mas o servidor virtual é melhor do que a hospedagem compartilhada?

Para responder à pergunta sugerida no título acima, é preciso primeiro estabelecer um parâmetro entre os dois tipos de hospedagem. De modo geral, é possível dizer que um servidor virtual funciona de uma forma muito semelhante a uma hospedagem compartilhada. Veja bem:

Na hospedagem compartilhada, existe um servidor dedicado, pertencente a uma empresa. Essa empresa concede a você uma parcela dos recursos e do espaço daquele servidor. Por isso, o nome hospedagem compartilhada.

Essa fração que você recebe, é limitada a certo nível de recursos. Isto é, aquelas especificações que são apresentadas na ocasião da contratação de um plano de hospedagem desse tipo.

No servidor virtual, temos o mesmo servidor dedicado. Com base nesse servidor, é criado um novo servidor, com seu próprios recursos, embora virtual.

Isso quer dizer que, de certo modo, você ganha um servidor exclusivo para o seu site, com recursos muito mais poderosos do que qualquer hospedagem compartilhada poderia oferecer.

Ademais, cada servidor pode ter um sistema operacional diferente. E isso, dependendo do tipo de negócio, pode ser algo muito útil, já que aumenta a versatilidade das soluções que um negócio deseja oferecer.

Vantagens do Servidor Virtual

Traduzir todas as informações apresentadas em vantagens palpáveis pode ser a melhor forma de compreender a grande solução que é um servidor virtual. Sendo assim, acompanhe com atenção:

  • Custo: um servidor virtual é a alternativa mais acessível para quem precisa de mais recursos. Em comparação com a hospedagem compartilhada e a hospedagem dedicada, o servidor virtual é o meio-termo;
  • Grande autonomia e personalização para o seu negócio: como a empresa tem acesso master (root) ao servidor, é possível instalar qualquer tipo de sistema operacional ou aplicação. Em uma hospedagem compartilhada isso não seria possível;
  • Recursos a serviço do negócio: nesse caso, como apenas o seu negócio estará no servidor virtual, não há o problema de dividir recursos com outros usuários. Todos os recursos são do seu negócio;
  • Segurança: assim como não há a divisão de recursos, não há o risco de problemas de segurança causados por terceiros. O seu negócio estará isolado em uma máquina virtual. Aliás, como você terá controle sobre as instalações no servidor, poderá criar aparatos de segurança mais rígidos.

Resumindo, se fôssemos criar um ranking evolutivo para os tipos de hospedagem, em ordem crescente, teríamos: hospedagem compartilhada, hospedagem VPS e hospedagem dedicada. Assim, fica claro saber qual será o seu próximo passo.

 

Mas para quem esse serviço é indicado?

Agora que você já conhece o poder de um servidor virtual, é possível que esteja pensando se essa solução é adequada para você. Nesse caso, tudo dependerá de como você vê o seu negócio, hoje e daqui a algum tempo.

De modo geral, o perfil ideal de quem contrata uma hospedagem VPS pode ser delimitado com base nos seguintes pontos:

  • Seu negócio já superou os recursos de uma hospedagem compartilhada? Para identificar isso, é só perceber problemas no seu site ou aplicação, relacionados a quedas constantes e experiências ruins para os usuários. Picos de tráfego podem derrubar o seu site?;
  • Seu negócio ficou gigantesco? Isto é, você deve disponibilizar recursos avançados para milhões de usuários. Nessa situação, é possível que o seu negócio precise de um servidor dedicado;
  • Você não tem tanto tráfego, mas precisa de maior liberdade para customizar suas ferramentas e aplicativos? Um servidor virtual tem alto nível de customização, sendo uma excelente opção nesses casos;
  • Você tem alguma experiência com sistemas operacionais, como o Linux, ou experiência na criação de servidores? Claro, você pode contratar alguém para isso, mas esse tipo de experiência vai ser essencial para operar a hospedagem.

Considerando os pontos apresentados, você poderá definir se o perfil do seu negócio exige uma hospedagem VPS. Ainda assim, confira os exemplos abaixo…

Tipos de negócios para servidores virtuais:

  • Sites, Blogs ou quaisquer projetos online que estejam precisando de mais recursos para lidar com o aumento do tráfego;
  • Lojas virtuais que tenham um grande volume de visitantes, muitas páginas de produtos e que precisam ter métodos de pagamento rápidos e seguros;
  • Pessoas que desejam criar servidores para jogos online e precisam garantir o desempenho máximo das aplicações;
  • Portais de notícias e fóruns com um número considerável de visitas diárias.

Se o seu projeto online se encaixa em algum desses exemplos ou você esteja precisando de mais recursos, é muito provável que um servidor virtual vá funcionar perfeitamente para você.

E qual é a diferença entre cloud server e VPS?

Em uma explicação bem limitada, é possível dizer que um Cloud Server é uma evolução do VPS. Os dois funcionam do mesmo modo, ou seja, são máquinas virtuais, mas o Cloud Server não fica preso a um servidor físico apenas. Mas vamos com calma…

Para começar, é bom falarmos um pouco sobre o conceito de Cloud Computing (computação em nuvem). Você já deve ter armazenado algum arquivo “na nuvem”, certo?

Essa nuvem pode ser entendida como um local para armazenamento de dados. Ok… Contudo, ela é um ambiente virtual que retira os seus recursos de diversos servidores.

Dessa forma, um Cloud Server é um servidor VPS que não se limita a um servidor físico para tirar recursos. Se um servidor virtual é criado a partir de um único servido físico, qualquer problema no servidor físico, prejudicaria o servidor virtual.

Em contrapartida, como o Cloud Server retira recursos de vários servidores locais, se um deles falhar, os outros irão compensar o erro, mantendo o seu projeto online sempre ativo e seguro.

De todo modo, ambas as soluções são perfeitas para os projetos que se encaixam nos perfis apresentados acima. A segurança de uma hospedagem VPS é excelente, a Hospedagem na Nuvem (Cloud) apenas reforça isso.

Portanto, se você encontrar uma hospedagem na nuvem por um preço acessível, a escolha é muito indicada. Aliás, há muitas empresas com valores promocionais, é bom ficar de olho…

O que devo considerar para tomar uma boa decisão?

Como você já está sabendo bastante sobre servidor virtual, hospedagem na nuvem, etc. podemos começar a falar sobre os pontos que definem uma boa hospedagem dentro desse gênero.

Assim que você começar a realizar as suas pesquisas, é possível que você vá encontrar uma série de aspectos técnicos. Logo, será necessário conhecer os mais importantes para fazer uma boa escolha. Diante disso, é bom reparar nos seguintes pontos:

  • Confira a quantidade de memória RAM: os planos iniciais geralmente contam com 1 GB de RAM. Essa configuração é bem comum, pois atende perfeitamente a variados tipos de negócios. Nesse caso, aproveite os chats das empresas e fale sobre o seu projeto. Os atendentes poderão lhe ajudar;
  • Confira a quantidade de CPUs virtuais: planos iniciais oferecem 1 CPU virtual… Nesse caso, a sugestão apresentada acima também funciona. Pergunte sempre aos atendentes;
  • Verifique o espaço disponível para armazenamento de recursos: aqui você já pode olhar para as suas necessidades. Existem planos iniciais com 20 GB a 30 GB de armazenamento. Faça uma análise do seu projeto e terá uma resposta;
  • Largura de banda: Como se trata de um servidor virtual, será necessário realizar transferências de arquivos os tempo todo. Essas transferências consomem o limite de banda (mensal) do plano. Planos Iniciais oferecem 1000 GB, o que já é ótimo.

 

O custo de um servidor virtual é maior do que uma hospedagem compartilhada?

Quando falamos em custos, tudo acaba se tornando uma questão de ponto de vista. Em valores absolutos, sim… o custo de uma hospedagem compartilhada é menor… embora não tão menor assim.

O importante é entender que não estamos tratando de questões absolutas. Em uma relação custo x benefício, há muita coisa subjetiva, muitos aspectos a serem considerados.

Como exemplo, tente considerar quantas vendas uma loja virtual pode perder se o site não abrir ou demorar para carregar. As pessoas na internet não têm paciência. Elas desejam tudo resolvido em segundos.

Agora, pense nessa situação em grande escala. Se uma pessoa abandonou o site por ele não ter carregado a tempo, quantas não farão o mesmo? Só nessa situação, a economia que você teve ao contratar uma hospedagem compartilhada já iria cair por terra.

E, por favor, entenda que não há nada de errado em contratar uma hospedagem compartilhada. O caso é que, esse tipo de hospedagem atende a projetos mais iniciais. Se a intenção for crescer, a evolução da hospedagem é o caminho natural.

Enfim, a dica aqui é a seguinte: muitas vezes, as empresas apresentam promoções bem atrativas, fazendo a contratação de um servidor virtual ficar muito mais acessível…

Vai adquirir o seu servidor virtual?

Como pôde perceber, este post teve a intenção de lhe apresentar o que é um servidor virtual. Essa solução é uma evolução natural para quem tem um projeto online que está em franco crescimento ou para quem já deseja começar mirando em um patamar mais elevado.

Esse tipo de tecnologia, muito em breve, se tornará o padrão da internet, visto que seus benefícios são inquestionáveis. Por ora, dúvidas são comuns, termos são estranhos, mas o que você não pode deixar de saber é: os benefícios dessa tecnologia para o seu negócio são muitos.

Quando for fazer a sua escolha, tente avaliar tudo com calma. Considere as exigências do seu negócio e tire as suas dúvidas com quem conhece sobre o assunto. As melhores empresas possuem chats de atendimento e outras soluções para esclarecer as suas dúvidas… Faça bom uso dessas opções.

Por fim, cabe destacar que a Hostmach está com um incrível desconto de 50% por 3 meses em seus Server Cloud. Essa pode ser a sua oportunidade de fazer um upgrade, deixar para trás os problemas da hospedagem compartilha e colher os benefícios de um poderoso servidor virtual.

certificado SSL

Por que minha página está exibindo um aviso de site não seguro?

Se você chegou até este post, é muito provável que já tenha reparado na seguinte situação: ao entrar em certos sites na internet, a barra de endereços do navegador mostra um pequeno cadeado. Em outros sites, o cadeado dá lugar à descrição “não seguro”. Mas afinal, por que meu site está exibindo um aviso de site não seguro para os usuários?

Quando um site apresenta o aviso de site não seguro, significa que determinada página não possui SSL. E isso, claro, pode prejudicar um negócio de diversas formas, com penalizações no ranqueamento nos motores de busca, perda de confiabilidade, diminuição na qualidade da experiência do usuário e muito mais.

A internet, embora indispensável, é cheia de ameaças e foi para combater essas ameaças que surgiu o protocolo https, com certificados de segurança SSL. Isto é, um site com o cadeado é protegido por um avançado sistema de criptografia. Ao navegar nesse site, as pessoas podem se sentir mais seguras.

Resumindo, hoje em dia, um site “não seguro” é algo que não deveria mais existir. Logo, se o seu site está apresentando essa informação, não deixe de conferir este post até o fim. Afinal, ao terminar a leitura, você descobrirá como deixar o seu site seguro, sem grandes dificuldades. Vamos começar?

HTTP e HTTPS, entenda a diferença:

Atualmente, muitos sites trabalham seus endereços sem exibir as informações http:// ou https://. Ainda assim, são essas informações que estão no começo dos conceitos relacionados à informação “site inseguro”. Por isso, entendê-las é essencial. Confira as definições:

  • HTTP: Hypertext Transfer Protocol (Protocolo de Transferência de Hipertexto). Esse protocolo é o responsável por promover a comunicação entre as informações de uma página da internet e o dispositivo do usuário;
  • HTTPS: Hypertext Transfer Protocol Secure (Protocolo de Transferência de Hipertexto Seguro). Também é responsável pela comunicação citada acima, mas com uma transferência de dados criptografada.

Com essas explicações, fica fácil entender a diferença entre HTTP e HTTPS. No entanto, é  bom esclarecer algumas coisas.

No caso do HTTPS, o funcionamento é exatamente o mesmo do HTTP. A única diferença (muito importante) é a presença de uma camada SSL no protocolo. Essa camada garante que todas as transferências de informações entre sites e dispositivos sejam protegidas por avançados sistemas de criptografia.

Isso permite concluir o seguinte: quando alguém vai até um site “não seguro” qualquer transferência de informação é perigosa. Já que não há proteção. Agora pense em como seria perigoso informar números de cartão de crédito, senhas, etc.

Como já foi destacado, a internet está cheia de pessoas e softwares mal-intencionados. Seria um perigo para os usuários do seu site. E, para você, se algo ruim acontecer, uma verdadeira dor de cabeça (falaremos sobre isso mais à frente). Por ora, saiba que esse problema é resolvido com a presença de um Certificado SSL…

O que são Certificados SSL?

Conforme foi explicado, o protocolo HTTPS é seguro, pois apresenta um camada SSL (Security Socket Layer). Essa camada é inserida no protocolo padrão por meio de um certificado de segurança: o Certificado SSL.

Em linhas gerais, o Certificado SSL é uma chave de proteção criptografa, que organiza os dados enviados pelo usuário de forma aleatória, tornando impossível para agentes mal-intencionados descobrirem o conteúdo inserido no site.

O único lugar capaz de ler as informações é o servidor para o qual os dados foram enviados. Mesmo que alguém tente interceptar e roubar os dados, o conteúdo não poderá ser lido.

É por isso que os Certificados SSL se tornaram tão populares na internet (e uma verdadeira obrigação). Esses certificados protegem as informações das pessoas que navegam em seu site.

Sendo assim, em reposta à pergunta que está funcionando como o título deste texto, o seu site está exibindo um aviso de site inseguro, pois você não deve possuir um Certificado SSL instalado. E isso pode prejudicar o seu negócio de inúmeras formas.

Mas, antes de falarmos sobre os problemas inerentes à ausência do certificado, é bom destacar que o cadeado exibido na barra de endereços dos navegadores indica a presença do Certificado SSL. Lembre-se disso quando for navegar pela internet e, principalmente, quando for inserir seus dados em um site.

Aviso de site não seguro: Os riscos da ausência do Certificado SSL

Já falamos que um site exibindo a informação “não seguro” pode ser perigoso. Agora, temos que conhecer a fundo esses perigos. Desse modo, você terá noção de que um Certificado SSL é essencial para o sucesso do seu negócio online.

A princípio, como você já pode imaginar, a questão da ausência do Certificado SSL expõe os usuários do seu site a agentes mal-intencionados. Nesse sentido, imagine que você possui uma loja virtual. Se o seu site não for seguro, a página de checkout poderá se tornar um verdadeiro banquete para ladrões de dados.

Senhas roubadas, dados sigilosos, números de cartão de crédito e documentos. Subestimar esse risco não é interessante.

Ademais, é sempre bom lembrar que as pessoas estão muito mais educadas em relação a esses detalhes. Essa questão de site seguro ou não seguro, já é conhecida pela maior parte das pessoas. Portanto, é bem possível que muita gente já esteja abandonando o seu site ao ver a marcação “não seguro”.

E isso acontece mesmo. Basta fazer uma breve pesquisa na internet para ver números e relatos. É um raciocínio lógico: uma compra com um desconto incrível não é atrativa quando o risco de ter cartões de crédito clonados fazem parte do pacote.

Por fim, seguindo outro raciocínio lógico, é possível dizer que a inscrição “não seguro” atrapalha a experiência do usuário, correto? Por conta disso, o seu site também fica prejudicado nos motores de busca…

A questão do SEO

Como você já deve saber, o ranqueamento nos motores de busca é algo muito importante para um negócio online. Estando nas primeiras páginas desses motores, o tráfego aumenta consideravelmente.

Para colocar um site no topo das pesquisas, tem-se aquilo que conhecemos como SEO (Search Engine Optimization ou Otimização para Motores de Busca). Essa otimização exige que o seu site atenda a uma série de requisitos estabelecidos pelos motores de busca. E um desses requisitos é a experiência do usuário.

Assim como foi destacado acima, a ausência do Certificado SSL prejudica a experiência dos usuários de um site. Seu site fica marcado como não confiável e os motores de busca não acham isso interessante.

Dessa maneira, por mais que você realize excelentes otimizações para melhorar o seu ranqueamento, seu site sempre estará um passo atrás de sites seguros.

Um site “não seguro” é penalizado e tem dificuldades para ranquear. Se o seu site está exibindo essa informação é bom correr ou todo o seu serviço de SEO será prejudicado.

No entanto, não há motivos para se preocupar, hoje em dia, instalar um Certificado SSL não é tão complicado ou caro quanto já foi… Vamos conhecer as soluções?

Soluções à disposição: Chega de sites inseguros

Quando falamos em Certificado SSL, é bom termos a noção de que há diversas opções no mercado. No passado, essa tecnologia era rara e, por consequência, muito cara.

Agora, isso mudou. É possível encontrar Certificados SSL de diversos níveis, por preços variados. Melhor ainda, já existem opções gratuitas que atendem às necessidades de segurança de um site de forma muito eficiente. Mesmo assim, nesta seção vamos falar sobre as soluções disponíveis, para você poder avaliar o que precisa.

No “mundo dos Certificados”, temos o SSL, o EV SSL, o TLS, etc. Essas opções representam níveis de segurança mais complexos, mas todas protegem o seu site, garantindo a presença do cadeado e da indicação de “site seguro”.

  • O SSL é o padrão. Muito provavelmente é o tipo mais utilizado hoje em dia, já que é a opção mais acessível e sua eficiência é comprovada em escala global;
  • O EV SSL é aquele que apresenta, além do cadeado, o nome da entidade responsável pelo site. Sites de instituições bancárias geralmente possuem esse tipo de certificado. Ele indica um nível de segurança mais elevado;
  • O TLS é conhecido como a evolução do SSL. Ele apresenta um protocolo mais avançado e usa algoritmos muito mais complexos. É uma opção um pouco mais cara.

Cabe destacar que esses são apenas alguns exemplos de soluções. Há Certificados de muitos tipos e falar sobre todos exigiria um texto exclusivo. Assim sendo, apenas perceba que há muitas opções em termos de SSL.

Let’s Encrypt, o SSL mais usado no mundo todo

Agora chegamos à solução que revolucionou a internet. Como foi destacado, no passado, obter um Certificado SSL exigia um investimento considerável. Todavia, com o surgimento da Let’s Encrypt, a internet pôde se transformar em um ambiente muito mais seguro.

A Let’s Encrypt é uma autoridade de certificação que oferece Certificados SSL gratuitos e facilita os processos de instalação ao máximo. De acordo com as estimativas, mais 50 milhões de sites em todo o mundo possuem um certificado Let’s Encrypt.

E não pense que, por ser uma solução gratuita, ela é de baixa qualidade. Pelo contrário, o Certificado Let’s Encrypt é baseado em protocolos de segurança avançados e garante a segurança dos sites de um modo muito eficiente.

Além disso, as renovações do certificado são feitas de forma automática, a cada três meses. Isto é, após a primeira instalação, que não é nada complicada, o seu site permanecerá seguro enquanto ele existir.

Para ter um certificado Let’s Encrypt tudo o que você precisa ter é um domínio e um plano de hospedagem. Você pode solicitar tudo junto à empresa ou optar por uma hospedagem que já faça todo o procedimento para você…

As melhores hospedagens já incluem o SSL e garantem seu site seguro

Reconhecendo a importância do Certificado SSL, os melhores serviços de hospedagem de sites começaram a incluir em seus planos a opção do certificado gratuito.

Essas empresas facilitam o processo de aquisição e instalação dos Certificados e garantem que tudo fique ajustado para as renovações automáticas. Muitas dessas empresas oferecem o Let’s Encrypt em seus pacotes, poupando seus clientes de terem todo o trabalho de solicitar o Certificado diretamente com a empresa.

Perceba, porém, que não são todas as empresas que fazem isso. E mais, apenas as melhores já contam com recursos integrados para facilitar a vida do usuário ao máximo, garantindo certificados Let’s Encrypt para domínios e subdomínios.

Portanto, o ideal é que você já adquira o seu plano de hospedagem pensando nisso. Procure por uma empresa confiável que lhe ofereça facilidades nesse sentido. Esse é um diferencial muito importante.

E, claro, se você já possui o site… saiba que a migração de um plano de hospedagem para outro não é nada complicada. Na verdade, se for para ter um Certificado SSL e paz de espírito, qualquer mão de obra para migrar de plano de hospedagem vale o esforço.

Aproveite as promoções e se livre do aviso de site não seguro

Para finalizar, é sempre bom destacar que serviços de hospedagem de sites estão sempre oferecendo boas promoções. Nesse caso, é interessante ficar de olho no mercado a fim de verificar oportunidades de possuir um excelente plano de hospedagem, já com o Certificado SSL incluso.

Jamais negligencie a questão da segurança. Há alguns anos, esse ponto era um diferencial, quase um luxo. Hoje ele é uma obrigação. O sucesso do seu negócio não pode ser prejudicado por um detalhe, não é mesmo?

Se você pode conseguir uma boa hospedagem, por um preço interessante, com o diferencial do Certificado SSL, faça isso. Tudo é muito simples de ser feito, basta agir. A inscrição “não seguro” é um pesadelo para um negócio online. E não é isso que você quer, certo?

Adica final deste post é a seguinte: A HostMach está com uma promoção incrível em seus planos de hospedagem. Por apenas R$ 9,99 você pode fazer o test-drive do plano por três meses. Isso mesmo, R$ 9,99 para usar por três meses.

E o melhor é que os planos da Hosting Machine incluem o Certificado SSL Let’s Encrypt gratuito. Aproveite a promoção e garanta um site seguro hoje mesmo. A reputação de sua marca é primordial para seu sucesso.

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Clouds e Data Centers

Tributação para uso de Clouds e Data Centers no exterior

Há alguns anos, a contratação de clouds e data centers junto a empresas do exterior era muito mais interessante, em termos de custos, do que adquirir esses serviços aqui no Brasil.

Contudo, o baixo custo só existia por conta de uma legislação tributária confusa. E, claro, o fisco não iria demorar para ajustar a tributação de clouds e data centers no exterior, não é mesmo?

Foi através do através do ADI (Ato Declaratório Interpretativo) de número 7, que a Receita Federal ajustou a tributação para esse tipo de serviço. Desde então, qualquer contratação nesse sentido é considerada como importação e não como aluguel de bens móveis, como era antes.

Com isso, mesmo que as soluções do exterior pareçam ser mais baratas, a carga tributária acaba fazendo essa escolha não ser tão interessante quanto era no passado.

Pensando nisso, este post foi criado para lhe mostrar como funciona essa “nova forma de tributação”.

Desse modo, você terá totais condições para avaliar se a contratação de uma solução no exterior é o melhor para o seu negócio.

Clouds e Data Centers

Antes de falarmos sobre a tributação para uso de Clouds e Data Centers no exterior, é necessário conhecer essas soluções, a fim de verificar em quais situações elas podem ser úteis. Com isso, você saberá exatamente, o quanto essa tributação pode impactar o seu negócio.

É bom saber que os Data Centers  são locais onde estão reunidas a infraestrutura que garante a sustentação, desempenho e recursos digitais de uma empresa.

Traduzindo, um Data Center é um local onde são armazenados servidores, equipamentos de processamento e arquivamento de dados e sistemas ativos de rede. Esses centros são o cérebro de muitos negócios. Logo, eles devem ser muito bem protegidos e dotados de tecnologias de última geração.

Sabendo disso, pense bem: Nem todas as empresas podem se dar ao luxo de possuir um Data Center próprio. Por isso, elas contratam espaços dentro de Data Centers de terceiros e soluções em Cloud.

Isto é, elas alugam um espaço para armazenar seus dados e assentar toda a infraestrutura dos seus negócios online.

Aqui no Brasil, a popularização desse tipo de serviço começou a crescer em 2008. No início, a solução “vinha de fora” com custos muito acessíveis. Com o passar dos anos, diversas empresas aqui no Brasil começaram a entrar nesse mercado.

A Solução no Passado

Durante um bom tempo, todos preferiam contratar Clouds e Data Centers no exterior. E a justificativa para essa escolha era simples: As empresas brasileiras eram tributadas de inúmeras formas, o que fazia seus serviços ficarem muito mais caros para o consumidor final.

Antes do ADI nº 7 (que logo será explicado em detalhes), a contratação de Data Centers no exterior era computada como aluguel de bens móveis. Nesse caso, a incidência de impostos se limitava ao Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF).

Aliás, cabe ressaltar que algumas empresas apenas se preocupavam em adquirir os serviços com cartões de crédito. Isto é, elas pagavam apenas o IOF inerente à compra.

Daí, não fica nada complicado concluir que a competição, para as empresas aqui do Brasil, era desleal. Para o consumidor final, o que importa são os custos. Podendo contratar um serviço de qualidade, por um preço menor, não há o que discutir.

E a situação se arrastou por um bom tempo, já que a legislação tributária, ainda era confusa. Porém, isso mudou com a chegada do Ato Declaratório Interpretativo (ADI), nº 7.

O ADI, nº 7

O Ato Declaratório Interpretativo, nº7 da Receita Federal do Brasil entrou em vigência no dia 15 de agosto de 2014. A intenção era, exatamente, versar sobre a natureza das operações envolvendo data centers. Isto é, ao definir a natureza da operação, a tributação entraria nas regras correspondentes a essa natureza.

Nesse sentido, o Artigo Primeiro do Ato é bem claro:

“Art. 1º Os valores pagos, creditados, entregues ou remetidos por residente ou domiciliado no Brasil para empresa domiciliada no exterior, em decorrência de disponibilização de infraestrutura para armazenamento e processamento de dados para acesso remoto, identificada como data center, são considerados para fins tributários remuneração pela prestação de serviços, e não remuneração decorrente de contrato de aluguel de bem móvel”.

Em outras palavras, o ato de lançar as despesas de contratação de Data Centers como aluguel de bens móveis passou a ser oficialmente equivocado. Por força do ato, essa contratação passou a funcionar como importação de serviço.

Por conta dessa alteração, a tributação para uso de Clouds e Data Centers no exterior mudou drasticamente. Assim como o custo desses serviços.

Perceba que o preço do serviços permaneceu inalterado. A questão dos impostos é que fez tudo ficar mais caro.

Curiosamente, para aqueles que reclamavam do preço cobrado pelas empresas situadas no Brasil, a medida provou que se tratava apenas de uma questão tributária.

Isto é, as empresas brasileiras têm soluções de qualidade por preços justos. Os impostos é que faziam a competição ficar tão desleal. O ADI nº7 alterou essa história. Mas vamos ver como isso funciona, na prática?

A Tributação para uso de Clouds e Data Centers no exterior atualmente

O curioso acerca do ADI nº7 é que a medida já está em vigência há alguns anos e ainda existem pessoas que a desconhecem.

Essas pessoas continuam expondo seus negócios a sanções da fiscalização, por não recolherem os impostos da forma devida.

Conforme explica a própria Receita Federal, a tributação para uso de Clouds e Data Centers no exterior passou a funcionar do seguinte modo:

  • IRRF (Imposto de Renda Retido na Fonte): alíquota de 15%. Em alguns casos, essa alíquota pode chegar a 25% se o país da empresa contratada for considerado como “paraíso fiscal” ou se o serviço for classificado como “não técnico”.
  • CIDE (Contribuição para Intervenção no Domínio Econômico) e Cide Royalties: alíquota de 10%;
  • PIS (Programa de Integração Social): alíquota de 1,65%;
  • Contribuição para Financiamento da Seguridade Social: alíquota de 7,6%;
  • IOF (Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguro, ou relativos a Títulos ou Valores Mobiliários): alíquota de 0,38%;
  • ISSQN (Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza): as alíquotas variam entre 2% e 5%, dependendo das regras do município do tomador dos serviços.

Percebe como a carga tributária é pesada? Só para você ter uma ideia, o somatório dessas alíquotas fica próximo dos 39%. Segundo as estimativas de especialistas da área tributária, os serviços têm seus preços aumentados em quase 50%.

E detalhe: a responsabilidade sobre o pagamento desses tributos é inteiramente do tomador dos serviços. Isto é, as empresas é que deverão arcar com todo esse ônus. Além das obrigações adicionais, que veremos a seguir:

Obrigações Adicionais

Como se o aumento na carga tributária pelo uso de Clouds e Data Centers no exterior já não fosse o bastante, os contratantes desses serviços ainda são obrigados a realizar certas ações adicionais.

Por exemplo: ao contratar os serviços junto a uma empresa do exterior, o contratante fica obrigado a fazer uma declaração de importação.

Essa declaração é feita por meio do Siscoserv (Sistema Integrado de Comércio Exterior de Serviços, Intangíveis e Outras Operações que Produzam Variações no Patrimônio).

Tudo é feito de forma online, através da plataforma do Siscoserv. Ao receber essa declaração, o sistema toma ciência das transações efetuadas entre residentes ou domiciliados no Brasil e no exterior.

De acordo com os especialistas da área, a responsabilidade sobre a declaração é inteiramente dos residentes ou domiciliados no Brasil. Ainda assim, existem algumas personalidades isentas dessa responsabilidade, como é o caso dos MEIs e empresas optantes por regimes tributários diferenciados.

De todo modo, o importante aqui é perceber que, além do aumento do preço final, há todo um procedimento que não pode ser deixado de lado. Para esses casos, a sugestão é que você procure por um profissional da área contábil a fim de saber mais sobre os pormenores das transações.

Um breve resumo:

Como pôde perceber, a contratação de soluções em Cloud e Data Centers do exterior já não é mais tão interessante quanto foi no passado.

A carga tributária teve um aumento de 39% e as estimativas de aumento no custo do serviço chegam a 50%.

Sem contar que as obrigações acessórias são marcadas por um processo bastante burocrático.

Além do mais, toda a responsabilidade recai sobre as empresas contratantes, o que as força a mobilizar mais serviços contábeis, consultar especialistas, etc.

Certamente, no fim das contas, o barato pode sair bem caro. Afinal, em termos de qualidade de serviço, as empresas brasileiras estão em pé de igualdade com empresas estrangeiras.

Diante disso, como a competição está igualada, cabe às empresas avaliarem as opções.

As soluções aqui no Brasil:

Agora que a situação entre as empresas estrangeiras e nacionais está devidamente igualada, é necessário fazer uma análise de custos e benefícios relacionados à contratação desses serviços.

Obviamente, contratar serviços dentro do território nacional tem algumas diferenças. Para começar, um dos maiores diferenciais é o tempo de resposta.

Conforme indicam especialistas na área de TI, Data Centers localizados no Brasil podem apresentar conexões até 10 vezes mais rápidas do que os Data Centers do exterior. Isso acontece, pois as empresas atuando por aqui possuem ligações diretas com as operadoras e pontos de troca específicos.

E esse ponto da velocidade é crucial. Um site que abre rapidamente, uma aplicação ágil… Enfim, na conta final, tudo isso acaba sendo de enorme valia para qualquer negócio online.

Quando avaliamos a segurança, os serviços estão em pé de igualdade, usando tecnologias de ponta. Por esse motivo, não é difícil concluir que, com a igualdade em termos de valores, a contratação de um serviço daqui do Brasil é, em linhas gerais, muito mais atrativa.

Ademais, pense na questão do suporte. Se por acaso você tiver algum problema, por motivos óbvios, será bem mais fácil contatar a empresa responsável pelo serviço. Até mesmo acioná-la judicialmente. O SAC no exterior é bem mais complicado

Diante de problemas de força maior, a contratação de uma empresa nacional, certamente tornará a resolução mais fácil. Paz de espírito vale o investimento, não se esqueça disso.

E, afinal, qual serviço nacional eu devo contratar?

Agora que você ficou sabendo sobre a tributação em Clouds e Data Centers no exterior, considere esses pontos:

Em um primeiro momento, faça uma análise comparativa entre preços e recursos. Sim, nem todos são especialistas. Por esse motivo, é sempre bom ouvir as indicações de especialistas da área de TI e buscar outros dados.

As empresas costumam ter planos diferenciados em função das necessidades de cada negócio. Durante a sua avaliação, é bom verificar condições especiais, recursos e muito mais.

E sim… ficar de olho em promoções é muito importante. Avalie a empresa, como um todo, e a solução oferecida por ela. Se o preço promocional estiver valendo, melhor ainda, não acha?

Para finalizar, é bom ressaltar que a Host Mach está com uma promoção imperdível em seus planos de servidores Cloud: 50% de desconto por 3 meses.

Isso quer dizer que os excelentes planos da empresa podem ser contratados com uma boa economia inicial. É bom aproveitar. Qualidade, por preço justo, é algo imperdível.

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